DINÂMICAS – VOLUME 03
Essas dinâmicas foram recebidas por e-mail e disponibilizadas em nosso site.
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Que Deus te abençoe e te ilumine sempre nessa caminhada!
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101. Emboladão |
Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes
da dinâmica.
O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a
mão direita e a mão esquerda.
Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando
uns pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição
original em que se encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se
abracem no centro do círculo" bem apertadinhos". Então, pede que todos se
mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as
respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar).
Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha
como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar.
O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique
totalmente aberta.
Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. O
Coordenador parabeniza a todos se conseguirem abrir a roda totalmente!
Obs: Pode ser feito também na água.
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102. Sou um Escravo |
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica celebrativa - Compreender que ajudar os outros a se
libertarem é o caminho para a própria libertação.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Uma pessoa com olhos vendados, boca lacrada, os
ouvidos fechados, os pés amarrados, as mãos amarradas. - Musica que fala de
escravidão e sofrimento
Descrição:
a) apresentar uma pessoa com os olhos vendados, boca lacrada, os ouvidos
fechados, os pés amarrados, as mãos amarradas.
b) Convidar as pessoas a olharem um pouco em silêncio para o apresentado.
c) Cantar: Se meu irmão estende a mão... (ou canto outro que fala de escravidão
e sofrimento).
d) Convidar as pessoas que quiserem para vir à frente e tirarem as amarras uma
por uma, dizendo o porque está fazendo este gesto. O que deseja libertar ao
tirar a amarra?
e) Quando o jovem se sentir totalmente livre, dirá como está se sentindo.
f) Observação: Após cada amarra tirada, cantar : Eu acredito que o mundo será
melhor, quando menor que padece acreditar no menor.
g) Partilha em torno do que falaram e ouviram analisar a nossa realidade hoje
perante a escravidão
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103. Os Bombons |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Dinâmica de reflexão - Capacidade de observação; Vivência num mundo classista;
Reflexão sobre a realidade social.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material:
Um
quilo de balas.
Passos Metodológicos:
a) Do grande grupo escolher uma boa parte para a vivência da dinâmica. Com este
grupo, prosseguir da seguinte forma:
b) Formar três grupos (Não falar nada): 1- o grupo menor (classe burguesa); 2- o
grupo um pouco maior (classe média); 3- o grupo formado pela maioria grupo
pobre.
c) O 1º grupo (1) recebe excesso de balas; o 2º grupo (2) recebe uma quantia que
dá, mais ou menos, para todos; o 3º grupo (3) recebe uma quantia que é
totalmente insuficiente.
d) Deixar que o grupo mesmo se dê conta do que está acontecendo e observar as
reações.
e) O grupo que não participa da dinâmica (grupo observador) anota todos os fatos
que acontecem.
Em
plenário
1)
Aos que vivenciaram a dinâmica, perguntar:
- o que sentiram? como se sentiram? o que representa cada grupo? como reagiram
diante da situação vivenciada?
2) Ao grupo observador, perguntar:
- o que viram? Que fatos, atitudes chamaram a atenção?
3) Perguntar a todos:
- Que lições podemos tirar daquilo que vivemos nesta dinâmica? (Se possível
anotar no quadro negro e sistematizar ).
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104. Aprender a escrever na areia |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Dinâmica de reflexão interior.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material:
Texto abaixo. Imprimir e entragar para cada grupo ou ler para todos ouvirem e
depois refletirem.
Texto para meditar:
Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas e sombrias montanhas da
Pérsia, acompanhados de seus servos.
Certa manhã chegaram à margem de um rio onde era preciso transpor a corrente
ameaçadora. Ao saltar de uma pedra o jovem Mussa foi infeliz, falseando-lhe o pé
e precipitando-se no torvelinho espumejante das águas em revoltas. Teria ali
morrido, se não fosse Nagib, que atirou-se nas correntezas e conseguiu trazer a
salvo o companheiro de jornada. O que fez Mussa? Chamou os seus mais hábeis
servos e ordenou-lhes que gravassem numa pedra esta legenda:
"Nesse lugar, durante uma jornada Nagib salvou seu amigo mussa".
Seguindo viagem de regresso às terras, sentados numa areia clara, puseram-se a
conversar e por motivo fútil, surge de repente, uma desavença entre os dois.
Discordaram, discutiram e Nagib, num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente
seu amigo. O que fez Mussa? Não revidou a ofensa. Ergueu-se e tomando Tranquilo
seu bastão escreveu na areia clara.
"Neste lugar, durante uma jornada, nagib por motivo fútil, injuriou, gravemente
seu amigo mussa".
Um de seus ajudantes observou respeitoso:
' - Senhor, da primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagib, mandaste gravar,
para sempre, na pedra, o fato heróico. e agora, que ele acaba de ofender-vos,
tão gravemente, limitas a escrever na areia incerta o ato de violência e
covardia. A primeira legenda ficará para sempre. Todos os que transitarem por
este sitio dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete da areia,
antes do cair da tarde, terá desaparecido como um traço de espumas entre as
ondas do mar'.
Respondeu Mussa sabiamente:
' - É que, o benefício que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu
coração. Mas, a injúria, escrevo-a na areia, como um voto, para que depressa se
apague e mais depressa ainda, desapareça da minha lembrança. Assim é meu amigo!
Aprende a gravar na pedra os favores que receberes, os benefícios que te
fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que receberes. Aprende,
porém, a escrever na areia, as injúrias, as ingratidões, as ofensas e ironias
que te ferirem pela estrada da vida. Aprende a GRAVAR, assim, na pedra. Aprende
a ESCREVER, assim, na areia... e então só assim serás livre e portanto feliz!'.
Perguntas para reflexão:
1.
Conhecer-se é a mais sublime arte das pessoas inteligentes e sábias. Para gravar
nas pedras do seu caminho procure recordar três fatos (importantes) que mais
marcaram sua vida, que foram os mais "felizes", que lhe serviram de estímulo na
caminhada.
2.
Sou "sábio" para poder compreender as diferenças do meu caminhar, e por onde
passo vejo as marcas de alegrias deixadas por outras pessoas? Ou sou aquele que
ao caminhar só vejo as coisa ruins e vou logo fazendo "fofocas"?
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105. Os Bichos |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Reconhecer os nossos diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas
atitudes para crescer.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material:
Lista com alguns animais:
COBRA: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. É
fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.
GATO: É companheiro prestativo, carinhoso e muito esperto.
BORBOLETA: Sempre está voando. Por isso não é acomodada. Alegra o ambiente com
seu jeito de ir ao encontro de todos.
PAPAGAIO: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que
os outros fazem, tanto o bem como o mal.
CAVALO: Dá patada em todos. Às vezes é bom de serviço. Mas é muito bruto.
PAVÃO: Fica sempre de leque aberto. Mostra sempre sua cultura. Acha que é o mais
bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.
BOI: Sossegado, tranqüilo, não sabe da força que tem. É esforçado e topa
qualquer trabalho.
POMBO: Vive de conversinhas com o companheiro(as) do lado. Só vive de par.
URUBU: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver
o grupo morrer.
FORMIGA: Operária, trabalhadeira, ativista. Faz, faz sem pensar e acaba
destruindo muita coisa boa. Trabalha, trabalha sempre em grupo, mas não avalia,
nem planeja.
GALINHA-D’ANGOLA: Fala a mesma coisa o dia inteiro: “tô fraco”... Não acredita
em si mesma, mas tem que falar.
PATO: Caminha lentamente, sempre pateta. Quer sombra e água fresca; promete e
não cumpre. Não se envolve com nada e nunca quer saber de nada.
CIGARRA: Só gosta de cantar, é omissa. O mundo pode acabar ela não se preocupa:
é aproveitadora.
MACACO: Espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir,
ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem
graça.
LEÃO: Sempre o mais poderoso, o rei de todos, domina a todos os animais, e
agarra as pessoas pelas presas. Faz tudo sozinho, quando urra todos os
participantes se calam.
RATINHO: Estraga tudo, destrói. Fica sempre escondido pelos cantinhos. Tem muito
medo do leão e dos outros animais. Passa pelo grupo sempre em disparada.
HIENA: Não tem opinião própria. Adora o Leão e é puxa-saco. Gosta sempre de quem
está no poder. Ri dos outros.
CORUJA: Não fala, mas presta muita atenção. Nunca dá sua opinião. Fica sempre de
cara feia. Não liga para ninguém, não contribui com nada.
LAGARTIXA: Abana a cabeça mas não fala, concorda com tudo e sempre diz: “É isto
mesmo”.
Descrição:
No cotidiano da vida precisamos reconhecer os nossos diferentes papéis e também,
quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer. Vamos observar os bichos!
Eles ajudam a ver como somos muitas vezes, positiva ou negativamente, em nossos
encontros. Podemos seguir estes passos:
Passos metodológicos:
1.
Distribuir aos participantes a lista de alguns bichos. Ler em silêncio o texto e
escolher 3 bichos que apresentam as características que mais se assemelham aos
integrantes do grupo.
2.
Eleger os 3 bichos mais indicados e formar três grupos. Cada grupo deverá
aprofundar as características de um dos bichos, como elas se manifestam no
cotidiano da vida. Claro que muitas de nossas atitudes são inconscientes, mas
isso não significa que elas não possam ser mudadas.
3.
Os 3 grupos devem apresentar (de forma bem criativa) as características do bicho
escolhido. Em seguida, em plenário, todo grupo faz comentários sobre o assunto.
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106. O Círculo |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Dinâmica de Reflexão.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material:
Caneta e papel - Texto para reflexão.
Texto:
Quanto da nossa vida é gasto em manter os outros fora dela. Quartos e casas
particulares, clubes e escritórios, estradas e praias. Em todos, o objetivo é o
mesmo: “isto não é propriedade sua. É minha. É proibido a entrada”.
Naturalmente, num certo sentido, todos têm a necessidade de um círculo que
mantenha o mundo à distância.
Todos nós precisamos de lugares e refúgio. Todos nós somos porcos-espinhos e
nossos espinhos são menos incômodos se temos um pouco de espaço em volta de nós.
Mas há um outro sentido que um tamanho de um ser humano pode ser medido pelos
círculo que ele traça para envolver o mundo. Algumas pessoas são demasiado
pequenas para traçar um círculo maior do que elas próprias. A maioria vai um
pouco mais longe e inclui suas famílias.
Outras ainda traçam a linha nas bordas de seu grupo social ou partido político,
sua própria raça ou cor, sua própria religião ou nação. São muitas as pessoas
que possuem a grandeza e interesse e de compaixão para lançar um círculo
suficiente grande para envolver a todos.
Quanto maior o círculo, maior a pessoa. E quanto menor o círculo, mais mesquinha
é a pessoa. A pessoa forte não tem medo de pessoas diferentes dela, e a pessoa
sábia acolhe ela com prazer. Se nada mais sabe, ela sabe que os seres humanos
não tem onde viver a não ser na terra, e que se não quisermos morrer juntos,
teremos de aprender a viver juntos. Mas a pessoas sábias, provavelmente, também
sabe que quando traça um círculo excluindo seu irmão, faz menos mal a seu irmão
do que a si mesma. Ela se coloca em reclusão solitária e fecha a porta por
dentro.
Nega a si mesma. Empobrece seu espírito, endurece seu coração, atrofia seus
sentimentos.
Quando uma pessoa sábia menciona seu irmão, não traça um círculo menor do que já
foi traçado na terra. No principio, Deus deu ao mundo sua forma. Ele o fez
redondo.
Descrição:
- Distribuir caneta e papel para os participantes.
- Pedir para cada um desenhar um círculo na sua folha.
- Pedir para cada um escrever “o que” ou “quem” colocaria dentro do círculo
desenhando na folha, e “o que” ou “quem” colocaria fora do círculo.
- Dar um tempo para cada participante conclua o trabalho.
- Partilhar no próprio grupo o que e quem colocou fora e dentro do círculo
respectivamente, como se sentiu em relação à escolha? E outras observações sobre
a dinâmica ou o trabalho.
- Ler para todos o texto: “Qual o tamanho do circulo”:
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107. Dinâmica do Nome |
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser
proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos
nomes de cada um.
Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda
(ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer
. Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.
Variação: Essa dinãmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da
pesso, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu
nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e
seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para
facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo,
por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.
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108. Pintando o Outro |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Dinâmica de auto-conhecimento Conhecer-se e conhecer o outro - Maior integração
do grupo - Despertar curiosidade e interesse pelo outro.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material:
Tiras de papel, uma para cada participante, papel e caneta.
Descrição:
1.
Distribuição de tiras de papel, pedindo que cada um escreva nela o seu nome;
2.
Recolhê-los e colocá-los no meio da sala com o nome virado para baixo:
3.
Pedir que alguém misture bem os papéis e, depois todos retiram um nome;
4.
Pedir que todos se levantem e façam um passeio pela sala lendo os crachás dos
presentes para reconhecer a pessoa que sorteou (permanecer em segredo);
5.
Distribuir uma folha de papel ofício para cada participante;
6.
Cada um desenha o rosto da pessoa sorteada;
7.
Exposição de todos os desenhos na sala, na lousa...
8.
Leitura dos “símbolos”:
a) o grupo deve identificar os desenhos com os participantes. É imagem do
indivíduo perante o coletivo;
b) ver quem acertou. Explicação por parte do desenhista.
9. Tempo para colocações gerais sobre a dinâmica:
a) que conclusões podemos tirar desta dinâmica? Qual o objetivo dela?
b) o que senti ao realizar esta dinâmica?
c) como vi meu companheiro sorteado?
Nota
A revelação poderá, também, ser feita somente no final do encontro, montando um
esquema de revelação.
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109. As Qualidades |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Dinâmica de Auto-conhecimento - Objetivo: Valorizar e valorizar-se
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material:
Pedaço de papel, uma para cada participante e caneta.
Descrição:
a-
entregar um pequeno papel para cada participante.
b-
Pedir para cada um escrever 04 qualidades que pensa ter.
c-
Pedir para um por um dizer essas qualidades para o grupo, comunicando-se bem.
(os participantes observam e escutam o outro com atenção)
d-
Perguntar como se sentiram ao falar e observar o outro. O que sentiram e o que
perceberam. Deixar todos exporem as suas idéias.
e-
Pedir novamente que escrevam mais quatro qualidades sem repetir as primeiras.
f-
Ler novamente para todos um por um.
g-
Refletir sobre a necessidade de descobrir os próprios dons e de desenvolvê-los.
Pais e educadores como tratam, como se relacionam com os filhos e educandos?
Nossa educação foi positiva ou negativa?
É importante não ficar muito no negativo
Temos que valorizar e valorizar-se.
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110. Que nome você tem? |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
De forma descontraída e rápida entrar em contato com todo o grupo participante:
- conscientizando-se de como se comportam no momento em que são apresentados ou
se apresentam a alguém;
- proporcionando um retorno rápido em relação ao que, de imediato, escolhemos e
nós mesmos para oferecer ao outro.
Participantes:
Tamanho do Grupo - de 30 a 35 participantes.
Tempo:
aproximadamente 50 minutos.
Ambiente:
Local amplo e suficiente para que todos transitem à vontade.
Material:
- crachás suficientes para todo o grupo, incluindo o animador. O crachá deverá
ser confeccionado da seguinte forma: retângulos de cartolina, na medida 15x10
cm, presos com um pequeno alfinete de abotoar;
-canetas hidrocor de cores variadas;
-gravador e fita com música instrumental tranqüila.
- o animador pedirá ao grupo que ouça toda a instrução da tarefa com atenção, e
só inicie a sua execução quando ele, animador, der ordem.
Descrição:
1.
Todos os participantes deverão ir ao centro do grupo e pegar um crachá e uma
caneta na cor de sua preferência.
• No crachá, cada um deverá escrever 3 características que identifiquem a sua
pessoa, qualidades, defeitos, aspectos físicos, o que achar conveniente;
• feito isso, todos deverão pôr crachá no peito e aguardar novas instruções, em
silêncio
• o animador dará 5 minutos para a execução da tarefa;
2.
Todos os participantes deverão 1º ouvir, depois executar, como anteriormente.
• Será posta uma música de fundo e, quando a música iniciar, iremos todos
caminhar pela sala;
• “enquanto caminhamos, sem falar e sem tocar nos companheiros, iremos lendo no
crachá as características de cada um; para isso devemos nos conduzir com
tranqüilidade e disponibilidade, afim de conhecer o outro e dar-nos a conhecer”;
• “quando a música cessar, cada um de nós deverá escolher alguém que, de alguma
maneira, despertou nossa vontade de conhecê-lo (la) melhor”; (O animador não
deve direcionar o que eles conversarão. Deixar livre).
• “quando eu der um sinal, todos deverão retornar ao grupão”
3.
“Podem iniciar a sua caminhada. Tenham um bom e interessante passeio!
O animador dará não mais do que 5 minutos para a escolha do companheiro de
conversa. E, para a conversa, de 10 a 15 minutos.
4.
Ao retornar ao grupão, abrir para manifestação espontânea. Os pontos a observar
deverão ser:
a) o que experimentaram ao confeccionar o crachá;
b) o que experimentaram ao escolher ou ser escolhidos para conversar;
c) que critérios usaram para se conhecer melhor;
d) algo que descobriram que gostariam de compartilhar com o grupo.
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111. Remando juntos |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Dinâmica de integração: 1- Elaborar um tema; 2- Exercitar o raciocínio; 3- Levar
o espírito de cooperação; 4- Treinar a socialização.
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Material:
Folha em branco e uma caneta
Descrição:
1.
O
grupo é dividido em pequenos grupos; as equipes se formam e cada elemento do
grupo deve ter um número (1,2,3...);
2.
Os
nº1 recebem um tema, os nº2 outro, e assim por diante. Os temas devem ser bem
preparados, conforme o que quer;
3.
Cada participante do grupo deve anotar o tema numa folha em branco na qual deve
constar o seu nome e o seu número do grupo;
4.
Dado o sinal, todos começam a escrever sobre o tema proposto na folha. Depois de
alguns minutos o animador dá um novo sinal e pede para passarem a folha para o
companheiro da direita, que continua a escrever o que seu companheiro iniciou;
5.
A
cada sinal do animador os participantes devem efetuar a troca das folhas,
passando-as ao companheiro da direita, e assim sucessivamente até a pessoa que
iniciou o seu trabalho.
Resumindo as Regras da dinâmica
1-
Os participantes devem ter na mão somente a folha em branco e uma caneta:
2-
Cada elemento deve continuar o que o outro fez:
3-
Todos devem começar a responder, pelas primeira vez, ao mesmo tempo e efetuar a
troca ao mesmo tempo;
4-
Dado o sinal devem trocar as folhas imediatamente, passando sempre ao
companheiro da direita. não é permitido ficar com duas folhas ao mesmo tempo.
Avaliação
No final os números iguais se encontram e fazem uma síntese do que foi feito
sobre o tema proposto e o apresentado no plenário. Os temas dos grupos podem ser
discutidos, novamente em plenário, com discordâncias e acréscimos.
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112. Vivência Cristã. |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Dinâmica Vocacional - Analisar a nossa vivência Cristã.
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Material:
Anti-ácido efervescente Ex: Eno, Somrisal etc.
Descrição:
1. Um copo ou vidro transparente cheio de água e com tampa.
2. A 1º pessoa traz o
(Anti-ácido efervescente)
e
coloca-o em cima da tampa.
3. A 2º pessoa coloca o outro
(Anti-ácido efervescente)
com o envelope invólucro fechado dentro do copo.
4. A 3º pessoa abre o
(Anti-ácido efervescente)
do
envelope e coloca-o dentro da água para se misturar.
5. Analisar: como vim participar deste encontro?
6. Para que vim?
7. Como é minha participação dentro da comunidade?
8. Analisar três tipos de cristãos:
O que fica por fora, não participa e até atrapalha a entrada dos outros. É o
cristão que renunciou o seu Batismo.
O 2º entrou mas fechou-se, até estorva. Fica no seu próprio mundo. É corpo
morto, estraga até o visual, não se envolve. Fica boiando. Pode também ser o que
gosta mais de se aparecer.
O 3º se abriu, penetrou, se envolveu totalmente. Questiona, provoca revolução
momentânea, se desfaz, se consome para curar, para salvar, Foi até o fundo,
depois subiu, ficou leve. O sonrisal não deixa de ser sonrisal, não perde a sua
identidade e toma todo o conteúdo, as dimensões da água. E a água se torna
curativa.
Para refletir:
Na minha vida que Sonrisal eu sou?
As vezes deixamos os outros permanecerem como o 1º e o 2º?
Ainda encontramos cristãos parecidos como o 3º Sorrisal?
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113. Entrando na Casa. |
Enviada por:
Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo:
Analise da vida pessoal e em comunidade, o meu viver em relação aqueles que me
rodeiam.
Participantes: Todos os presentes no encontro divididos em pequenos grupos de 3 membros.
Material:
Papel e caneta.
Descrição:
- Formar pequenos grupos de 3 membros.
-entregar para cada grupo uma parte da casa, exemplo: 1. Porta de entrada
- Cada grupo fazer uma analise pessoal e depois uma anlise comunitária sobre a
parte recebida. Como eles estão vivendo tudo isso, o que pode ser mudado.
- Cada grupo relata o que eles discutiram entre si.
Analise pessoal
Tomando a nossa CASA como local de vivência comunitária e realização pessoal,
podemos pensar em significados simbólicos para cada parte, por exemplo:
1.
Porta de entrada:
Através dos sentidos você percebe o mundo que o cerca. Vai vivenciando
experiências que vão fazendo parte de sua vida. Em suas experiências transitam
pensamentos, emoções, sentimentos, imaginações, fantasias...
2.
Corredor:
dá
acesso às diferentes partes: razão, reflexão, sentimentos, necessidades,
valores, ideais, convicções, memórias...
3.
Sala de visita:
lugar onde você recebe pessoas, se apresenta, se sente aceito, onde os outros o
vêem, como deseja que o vejam, lugar de gentilezas com outros, lugar de
formalidades, títulos; relembra-se lembranças, memórias...
4.
Cozinha:
lugar onde se alimenta a vida, gostos, coisas quentes (calor humano), coisas
geladas (friezas), lugar de serviço, entre ajuda construtiva, lugar de se
aprender a temperar a vida, partilhar o que se tem, se faz, se dispõe dos dons.
Lugar de se experimentar os dons dos outros, lugar dos amigos, companheiros
(pai-mãe) afeto, amor, sal, açúcar, equilíbrio.
5.
Lavanderia:
lugar do desabafo, possibilidade de superar conflitos, lava-se a "roupa" e
volta-se a usá-la novamente com novo cheiro... (laboratório de experiências),
lugar onde se mexe com sujeira, com limpeza, sem medo de molhar-se, passar
sabão, lavar as mágoas, descarregar raivas, ressentimentos, lugar de
purificação, lugar do perdão ...
6.
Dispensa:
reservas guardadas, dons não usados, qualidades não desenvolvidas, energias
armazenadas, disponíveis....
7.
Quarto:
lugar da intimidade, lugar de segredos, confidências, fidelidades,
infidelidades, liberdade, prisão, simplicidade, respeito, espaço do sagrado, do
pessoal, do estar à vontade consigo mesmo, lugar do conflito, das inquietações,
da transcendência, da fantasia...
8.
Fundos:
lugar aberto, espaço para novos sonhos, novas realizações, lugar do entulho
(pode-se remover, limpar, construir)...
9.
Porão:
zona inconsciente, memórias afetivas, bloqueios, lembranças felizes, conflitos,
novas energias, (lugar onde pouco se vai), lugar da história pessoal mais
antiga, lugar de cupim, baratas, mas também de matérias úteis para se melhorar o
espaço da casa...
10. Banheiro:
lugar de se desfazer-se daquilo que não serve mais: mágoas, rancores,
infantilismos, dependências, vitimismos, mau humor, ciúmes doentios, invejas,...
Analise comunitaria
Analisando a CASA como a nossa COMUNIDADE, poderíamos examiná-la como lugar de
nossas relações inter-pessoais e verificar quais espaços usamos comumente e
quais outros usamos pouco ou mesmo ignoramos:
1)
Porta de entrada:
A percepção que temos de nossos confrades: é realista, preconceituosa,
distorcida ?...
2)
Corredor:
Compartilhamos valores, necessidades, sentimentos, memórias com nossos
confrades? ...
3)
Sala de visita:
Como é nosso estar juntos, qual a qualidade da atenção que damos uns aos
outros?...
4)
Cozinha:
Como alimentamos nossos ideais, desejos, sonhos... uns aos outros?...
5)
Lavanderia:
Como esclarecemos nossos conflitos, nossas diferenças.- suportamos-nos com
caridade os desabafos do confrade?.. Sabemos separar o que é o problema do outro
daquilo que ele é?...
6)
Dispensa:
Como valorizamos as qualidades dos companheiros? Ele é mais do que pode
manifestar?...
7)
Ouarto:
Em nossa comunidade há espaços para confidências, confiança e respeito pela
intimidade uns dos outros? Contribuímos para denegrir a imagem um dos outros?
8)
Fundos:
Percebemos as possibilidades de crescimento uns dos outros ou já nos vemos todos
esgotados?
9)
Porão:
Lugar das memórias: a história de cada um é uma fonte de experiências que
alimentam, iluminam nossos projetos?
10) Banheiro:
Somos capazes de abrir mão daquilo que não serve mais? De experiências negativas
que não edificam mais?...
Meditar:
Efésios 4, 1-16
Lc 19, 1-10
Jo 12, 1-10
|
114. Mudando o rumo. |
Criada por:
Anderson Roberto - Responsável pelo site www.catequisar.com.br
Objetivo:
Refletir sobre as "deficiências".
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Primeiro passo:
Dividir os participantes em 4 grupos
•
Primeiro grupo: vedar os olhos (cegos) ;
• Segundo grupo: tapar a boca (mudos) ;
• Terceiro grupo: amarrar as pernas, se possivel estar sentado em uma cadeira e
amarrar as pernas do participante na perna da cadeira (paralíticos) ;
• Quarto grupo: observadores ("perfeitos") ;
Descrição:
1.
Pedir para os participantes observarem com detalhe tudo aquilo que será feito.
2.
Colocar uma vela sobre a mesa e acendê-la cuidadosamente. Deixar queimá-la por
alguns segundos.
3.
Em seguida, pegar um copo ou vidro transparente e, cuidadosa e lentamente,
colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.
4.
Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando
viram a experiência.
Utilidade Pastoral
Palestras sobre:
• amizades possessivas;
• sentir-se preso/sufocado;
• fechamento em si mesmo;
• fechar-se à graça de Deus;
• superproteção, etc
Lição:
Nada sobrevive, quando uma pessoa se sente prisioneira de alguém ou de si mesma.
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115. Um novo olhar. |
Criada por:
Anderson Roberto - Responsável pelo site www.catequisar.com.br
Objetivo:
Refletir sobre as nossas "deficiências".
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Material: Pano ou qualquer outro material para se vedar os olhos e para tapar a boca. Corda ou barbante para amarrar as pernas dos jovens. Para a meta: pode se levar balas ou doces, ou então colocar um caderno ou outro objeto
Primeiro passo:
Dividir os participantes em 4 grupos
•
Primeiro grupo: vedar os olhos (cegos) ;
• Segundo grupo: tapar a boca (mudos) escolher para serem os mudos aqueles
jovens ou crianças que mais conversam nos encontros;
• Terceiro grupo: amarrar as pernas e os braços / do jovem ou criança / sentado
em uma cadeira. (paralíticos) ;
• Quarto grupo: observadores ("perfeitos") ;
Descrição:
1.
Pedir para os participantes do segundo grupo (mudos) e quarto grupo
("perfeitos") observarem com detalhe tudo aquilo que será feito.
2.
Planejar uma meta a ser alcançada, por exemplo: colocar na mesa balas para serem
pegas, ou então, um caderno para ser pego.
3.
Os demais participantes, primeiro grupo (cegos) e terceiro grupo (paralíticos)
irão caminhar pela sala ou ambiente que está sendo aplicado a dinâmica até
alcançarem o objetivo.
Sugiro que se coloque no caminho alguns obstáculos para se dificultar a
trajetória.
Conclusão:
Perguntar aos participantes como eles se sentiram:
• cegos - não podendo ver o caminho a ser percorrido;
• paralíticos - amarrados nas cadeiras, não podendo se mover.
• mudos - aqueles que tanto gostam de conversar, não podendo nada falar
• "perfeitos" - que só ficaram a observar, sem tomar nenhuma atitude, indo
ajudar aqueles que estavam em dificuldades.
Reflexão:
"Deficiente"
é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras
pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu
destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a maior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
Mário Quintana
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116. Escravos de Jó. |
Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa
atividade tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado a atenção e
concentração dos participantes.
Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido).
Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que
deve ser:
Os escravos de jó jogavam cachangá;
os escravos de jó jogavam cachangá;
Tira, põe, deixa o zé pereira ficar;
Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes)
1º
MODO NORMAL:
Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA
DIREITA);
os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA
DIREITA);
Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixa o zé pereira
ficar (APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA O DEDO);
Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA
DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá
(VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes).
2º
MODO:
Faz a mesma sequência acima só para a esquerda
3º
MODO:
Faz a mesma sequência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se em memória.
4º
MODO:
Faz a mesma sequência acima em pé executando com um pé.
5º
MODO:
Faz a mesma sequência acima com 2 toquinhos, um para cada lado.
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117. A viagem. |
Objetivo: Definir as prioridades pessoais.
Material:
Papel e caneta para cada integrante.
Descrição:
O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada
um. E começa a dizer: Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma
viagem muito especial, a viagem da nossa vida, iremos para outro país, numa
longa jornada.
Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa temos nossa primeira dificuldade, nem
todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar, assim temos que
abandonar um. Qual deles seria?
Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a pé, mas devido ao peso
das nossas bagagens temos que deixar outra de lado, ficando somente com três.
Qual sonho foi abandonado?
Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a corre atrás de nós
para nos atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro
sonho, ficando com dois sonhos. Qual sonho ficou para trás?
Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país, encontramos uma alfândega
onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala, qual sonho
deixamos?
Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos?
Para o plenário:
O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de
alguns sonhos. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar
esse sonho que pelo cansaço desistimos.
O cachorro tem conotação de perseguição, assim como Jesus disse que seus
discípulos seriam perseguidos, isso é uma purificação e finalmente a alfândega
que significa a porta dos céus, nossa última passagem antes de assumir um único
sonho para nossa vida inteira.
Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho?
O que me motiva durante as dificuldades?
Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta
viagem?
qual a retribuição que Deus deu para mim?
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118. Eu e meu grupo. |
Objetivo: Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros.
Descrição:
Cada um responde em particular às perguntas:
- Que me agrada no grupo?
- Que não me agrada?
- Que recebo dele?
- O que deixaria de ganhar se ele se acabasse?
- Que recebo de cada pessoa?
- O que ofereço ao grupo?
- Qual foi a maior tristeza?
Cada um responde o que escreveu. É importante ressaltar que não se trata de
discutir em profundidade mas principalmente de se escutarem reciprocamente.
Depois de ouvir todo mundo, fazer uma discussão do que fazer para que o grupo
melhore.
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119. Técnica de saída. |
Participantes:
25
Tempo:
depende de cada pessoa.
Descrição:
1. O coordenador convida umas dez a doze pessoas para formar um círculo
apertado, com os braços entrelaçados.
2. A seguir convida um participante, possivelmente uma pessoa contraída, para
que fique de pé dentro do círculo.
3. Uma vez bem formado o círculo, a pessoa que está dentro recebe ordens para
procurar sair do jeito que puder, por cima, por baixo ou arrebentando a corrente
de braços. Os componentes do círculo tentam ao máximo contê-la e não deixá-la
romper o cerco.
4. Após uma tentativa de uns quatro a cinco minutos, pode-se prosseguir o
exercício, trocando a pessoa que se encontra no meio do círculo.
5. Finalmente, uma vez terminada esta vivência, prosseguem-se os comentários.
6. Esta técnica pode estender-se a uma situação em que a pessoa se sinta
constrangida por outro indivíduo, como quando alguém se sente coagido por
alguém. Nesse caso o que exerce coação fica de pé, atrás da pessoa que se
presume esteja sendo coagida e coloca os braços em volta dela, apertando-lhe
fortemente os braços. A pessoa coagida procura então libertar-se.
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120. Estudo do meio. |
Objetivo:
1-
Entrar em contato com a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de
maneira objetiva, ordenada e positiva.
2- Descobrir aspectos particulares do meio, através de presquisa e reflexão.
3- Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social.
4- Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.
5- Incentivar o exercício da cidadania responsável.
Passos
1-
Planejamento:
- Como conhecer nossa comunidade?
a) Descobrindo a necessidades, os interesses, os problemas, as aspirações, as
possibilidades, os hábitos, os costumes, como as pessoas se relacionam, os
recursos que a comunidade oferece, etc...
b) Para descobrir será necessário fazer visitas, observar, entrevistas,
dialogar, levantar dados.
Observação:
- Planejar roteiros de visitas, entrevistas, observações, levantamentos.
- Formar grupos
- Fazer cronograma para realização das tarefas.
- Distribuir as tarefas.
2-
Execução/VER
- Realização das tarefas pelos grupos.
3-
Apresentação
- Grupos apresentam resultados das entrevistas, observações, levantamentos, etc.
4-
Análise/Julgar
a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo.
b) Verificar o que não está de acordo.
5-
Ação
a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio.
b) Ver os recursos disponíveis
c) Projetar a ação ou ações necessárias.
6-
Celebrar
- Preparar para iniciar a ação.
7-
Realizar o projeto
8-
Avaliar e celebrar os resultados.
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121. Painel. |
-
Reunião de várias pessoas que estudaram um assunto e vão expor suas idéias sobre
ele, diante de um auditório, de maneira dialogada.
Objetivo:
1- Conhecer melhor um assunto.
2- Tornar mais compreensivo o estudo de um tema que tenha deixado dúvidas.
3- Apropriar-se de um conhecimento, com a ajuda de várias pessoas.
Coordenador:
- Coordenador do grupo com os componentes do painel organizam um roteiro de
perguntas que cubra todo o tema em pauta.
- Coordenador abre o painel, apresenta os componentes do painel. Seu papel é
lançar perguntas para que os componentes do painel, discutam sobre elas.
- Convida também o grupo (demais participantes do grupo) para participar,
lançando perguntas de seus interesses ao final do tempo previsto, faz uma
síntese dos trabalhos e encerra o painel.
Componentes do painel
- Podem ser de 3 a 6. Podem ser membros do grupo que queriam estudar (preparar)
o assunto, ou pessoas convidadas. Sua função é discutir as questões propostas,
primeiro pelo coordenador e, depois, as que forem propostas pelo grupo.
Grupo (platéia)
- Membros do grupo. Acompanha a discussão com atenção e preparam questão para
lançarem aos componentes do painel, para também serem discutidas.
Passos:
1- Coordenador abre o painel, apresenta componentes, justifica a realização do
mesmo e orienta a participação.
2- O coordenador lança perguntas, para serem discutidas, até esgotar o roteiro
preparado anteriormente. Sempre que necessário, o coordenador poderá lançar
outras perguntas fora do roteiro, para melhor esclarecer o assunto.
3- Ao terminar o roteiro, o coordenador pede a cada componente do painel que
resuma suas idéias. Após, o coordenador pode ressaltar aspectos importantes do
assunto.
4- Coordenador convida o grupo (platéia) para fazerem perguntas aos compomentes
do painel.
5- Quando não tiver mais perguntas, o coordenador agradece os componentes do
painel e o grupo e encerra os trabalhos.
Avaliação
1- Que proveitos tiramos dessa dinâmica?
2- Como nos sentimos?
3- O que precisamos melhorar?
|
122. Foto-linguagem. |
Objetivo:
1- Estimular a observação, a participação e o debate dos componentes de um
grupo.
2- Ampliar a visão da realidade
3- Confrontar o projeto social com o projeto de Deus
4- Interpretar fotos
Passos:
1- Selecionar fotos que expressem a realidade (de revistas ou jornais)
2- Preparar um mural com fotos que representem cenas de certas situações da
vida.
3- Incentivar o grupo a observar as fotos.
4- Após observações colher as impressões do grupo.
5- Pedir a cada um que justifique as impressões sobre as fotos ou mural de
fotos.
6- Confrontar o contido nas fotos com a realidade estimulando um debate sobre a
mesma; através de perguntas como:
- Existem cenas semelhantes perto de nós?
- Por que isso está acontecendo?
- O que nós temos a ver com tal realidade?
- Qual é o apoio de Deus presente em cada situação?
7- Destacar atitudes não evangélicas e atitudes evangélicas nas fotos que
observamos ou na realidade onde vivemos.
8- Pesquisar textos bíblicos que direta ou indeiretamente se refira aos fatos.
9- Levantar propostas do que é possível fazer para mudar situações contrárias ao
projeto de Deus.
Avaliação
1- Que proveito nos trouxe esta dinâmica (estudo/reflexão)?
2- Qual etapa (parte) que mais nos agradaram?
3- O que descobrimos?
|
123. Jornal falado. |
Objetivo:
1- Organizar informações sobre um determinado assunto.
2- Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e
socialização.
3- Sintetizar idéias e fatos.
4- Transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.
Passos:
1- Formar pequenos grupos.
2- O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa.
3- Cada grupo pesquisa e estuda o tema.
4- Cada grupo sintetiza as idéias do tema.
5- Elaboração das notícias para apresentação, de forma bastante criativa.
6- Apresentação do jornal ao grupão.
Avaliação
1- Quais os momentos que mais nos agradaram?
2- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?
|
124. Sociodrama. |
Objetivo:
1- Refletir e comunicar um problema.
2- Desenvolver a sensibilidade para problemas vitais.
3- Conscientizar-se sobre atitudes positivas ou negativas diante de problemas
vitais.
Passos
1- Escolher um coordenador para dirigir o trabalho.
2- Escolher com o grupo um fato real, concreto, próximo à vida do grupo. Um fato
atraente e que apresente algum conflito. Cada um pode contar um fato. Depois o
grupo escolhe o mais atraente.
3- Definir o gênero (na arte dramática há dois gêneros básicos: a tragédia e a
comédia)
4- Construir a história. O grupo já tem um fato inspirador. Agora é preciso
construir uma história. Dependendo do tema do fato, pode-se fazer pesquisas.
5- Caracterizar os personagens: ao construir a história, é bom já ir definindo
os personagens principais. É preciso deixar claro as características de cada
personagem na representação (ex.: dominante, astuto, bobo, brincalhão,
paternalista, etc). Observação: Não há necessidade de muitos personagens em um
sociodrama.
6- Armar o roteiro: É preciso ordenar as cenas das história. Definir bem o que
acontece em cada cena e os personagens que vão atuar nela. Cada personagem
ensaia o seu papel.
7- Organizar a apresentação: Preparar o cenário, os disfarces para os
personagens, o fundo musical.
8- Realizar o sociodrama, fazendo os espectadores participarem. Dialogar com os
espectadores, reconstruindo a história, analisando a história, levantando
propostas para mudar o quadro.
Avaliação
1- Como nos sentimos?
2- Que ensinamentos podemos tirar da experiência?
3- Do que mais gostamos?
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125. A família ideal. |
Objetivo: Descobrir as características de uma família ideal.
Destinatários: grupos de jovens que se reúnem a algum tempo.
Material: oito corações de papel; em cada um deles estará escrito uma característica da família ideal: comunicação, respeito, cooperação, união, compreensão, fé , amizade, amor.
Desenvolvimento:
1- O animador convida os presentes a formarem, espontaneamente, equipes em
número não inferior a cinco pessoas.
Escolhem um nome de família e, colocando-se a uns cinco metros do animador,
ouvem as regras da dinâmica.
A dinâmica consiste em descobrir a equipe que melhor reflete as características
de uma
família ideal.
Para isso, todos devem enfrentar uma série de provas. Para algumas, são
concedidos vários minutos de preparação. Outras, porém, devem ser realizadas de
imediato.
A família (equipe) que vence uma prova, recebe um coração. As últimas atividades
realizam-se em conjunto (duas equipes se unem).
2 - O animador vai propondo as equipes as diferentes provas:
a) A família que chegar primeiro junto a ele, com a lista de todos os seus
integrantes, recebe o coração da Comunicação.
b) A família que melhor representar uma cena familiar, recebe o coração do
Respeito. Dispõem de quatro minutos para a preparação desta prova.
c) A família que conseguir formar primeiro uma roda de crianças, recebe o
coração da Cooperação.
d) A família que conseguir primeiro cinco cadernos e cinco lápis ou canetas,
recebe o coração da Compreensão.
e) A família que melhor representar, através da mímica, um ensinamento de Jesus,
recebe o coração do Amor. As equipes dispõem de quatro minutos para preparar
esta prova.
f) As famílias (nesta prova, trabalha-se em conjunto com outra equipe) que
apresentarem a
Miss
ou o
Mistermais
barrigudo (usam-se roupas), recebem o coração da União. As equipes dispõem de
três minutos para se preparar.
g) As famílias (as mesmas equipes em conjunto) que apresentarem o melhor
conjunto vocal, recebem o coração da Amizade. As equipes dispõem de quatro
minutos para se preparar.
h) As famílias (as mesmas) que apresentarem o melhor “slogan” pela igreja,
recebem o coração da Fé. Dispõem de quatro minutos para se preparar.
3- Em equipe avalia-se a experiência:
. Para que serviu a dinâmica ?
. Como cada um se sentiu durante o exercício ?
. Como foi a participação de sua equipe ?
4- As respostas são comentadas em plenário e, a seguir, associa-se esta
experiência à vida do grupo.
. De que maneira pode associar a dinâmica à vida do grupo ?
. Que podemos fazer para que haja mais integração ?
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126. Entrevista Cantada. |
Dinâmica enviada por: Clécia Andrea - Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo
Socorro - Feira de Santana - Bahia
Elaborado pela equipe de dinâmica: Alcione, Clécia, e Silvana. Paróquia
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Feira de Santana - BA
Objetivo:
Entrar em contato com todo o grupo participante e descobrir o motivo de estarem
na catequese.
Material e descrição:
Entregar um folheto inteiro pra cada catequista (ou catequizando) comt todas
perguntas e respostas, ou então recortar apenas as respostas (e entregar
aleatoriamente), alguém pode se vestir de entrevistador e fazer as perguntas,
todos devem observar cuidadosamente e aquele que tiver uma resposta que
corresponda começa a responder cantando a música que possa se encaixar à
pergunta feita, todos vão acompanhando cantando também. É muito divertido!
Observação:
A resposta é um refrão de uma música católica, caso você não conheça a música
aqui citada como resposta, você pode substituir por uma que você conheça.
Desenvolvimento:
01
-
Você se sente feliz vindo a casa do Senhor?
Fico feliz em vir em Tua casa, erguer minha voz e cantar...
02
-
Por que você veio para este grupo?
Por escutar uma voz que disse que faltava gente pa semear...
03
-
O
que você diria para alguém que está meio tímido na caminhada?
Por isso vem, entra na roda com a gente também...
04
-
Para ser uma pessoa melhor, o que você acha que devemos fazer?
Amar como Jesus amou, sonhar como Jesus sonhou, pensar como Jesus pensou, viver
como Jesus viveu...
05
-
Se
derrepente você vê uma multidão vindo em sua direção, o que pensa?
Quem é este povo, que povo é este? Este é o povo que vai morar no céu...
06
-
Se
tudo está escuro o que você diz?
Deixa a luz do céu entrar...
07
-
Que tipo de festa você poderia nos levar para celebrar?
Vamos celebrar com júbilo, a festa do Rei Jesus...
08
-
De
que forma a pessoa mais importante do mundo deve ser recebida quando chegar?
Aplaudi, é o Senhor quem chega, aclamai, toquem as trombetas, exultai, Ele...
09
-
Se
em algum momento você tropeçar e cair, o que faz?
Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus ...
10
-
Se
te faltarem palavras na hora de cantar ao Senhor o que vai acontecer?
Então minh’alma canta a Ti Senhor...
11
-
O
seu coração já tem dono?
Eis o que venho te dar, eis o que ponho no altar ...
12
-
Onde está a alegria que todos nós precisamos?
A
alegria está no coração, de quem já conhece a Jesus ...
13
-
Se
você encontrar alguém perdido rua o que diz a essa pessoa?
Vem, eu mostrarei que o meu caminho te leva ao Pai ...
14
-
Quando você comete algum erro, o que você diz?
Perdão, Senhor, perdão por não ser Santo, perdão Senhor por ter pecado tanto ...
15
-
Quando um amigo diz que não agüenta mais chorar, que esta perdido como você
reage?
Ainda se vier, noites traiçoeiras, se a cruz pesada for, Cristo estará contigo
...
16
-
Para finalizar a entrevista, que mensagem você deixa para o grupo?
Amigos para sempre é o que poderemos ser, na primavera ou em qualquer das
estações ....
|
127. Castidade.
|
Dinâmica enviada por: CLEVERSON RANGEL ANTUNES COMUNIDADE CRISTO REI PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE BELÉM---------JOINVILLE SC
|
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Arquivo word para impressão - Para salvar a dinâmica abaixo no formato word basta clicar com o botão direito do mouse e depois clicar em salvar destino como... e clique em salvar. |
Dinâmica para explicar a
castidade.
“BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO,PORQUE ELES VERÃO A DEUS” (MT 5,8 )
MATERIAL: -UMA BANDEJA GRANDE
-UMAS 8 LARANJAS BEM ESCOLHIDAS
-COPOS DESCARTÁVEIS
-UMA JARRA COM SUCO DE LIMÃO SEM AÇUCAR (bem forte e
azedo).
Obs:ESSA DINÂMICA DEVERA SER FEITA SOMENTE PARA CRISMANDOS.
PRIMEIRO PASSO.
ANTES DE COMEÇAR A DINÂMICA O CATEQUISTA DEVE RESALTAR ALGUNS PONTOS
IMPORTANTISSÍMOS PARA COMEÇAR A FAZER OS CATEQUIZANDOS REFLETIR SOBRE O TEMA.
1=NOSSO CORPO: DEVEMOS CONHECER NOSSO CORPO E ENTENDER A FUNÇÃO E SEU SINAL DE INTELIGÊNCIA E INTEGRAÇÃO HUMANA, SEMPRE IGNORANDO A MALICIA,OS TABUS,BRINCADEIRAS DE MAU GOSTO E AS CONSEQUÊNCIAS DESAGRADÁVEIS. DETERMINAR QUE “DEUS CRIOU O HOMEM À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA,CRIOU-OS HOMEM E MULHER”(GN 1,27).
2=SEXO: É A CONFIGURAÇÃO FISICA QUE DIFÊRENCIA E DEFINE O HOMEM E A MULHER,É SIMPLESMENTE A FORMA QUE DEUS FEZ PARA DAR CONTINUIDADE AOS SERES HUMANOS ESTIPULANDO A DIFERENÇA E A FUNÇÃO DO SEXO MASCULINO E FEMININO.
3=SEXUALIDADE: É A DIMENSÃO TOTALIZANTE E INTEGRADORA QUE ABRANGE TODO O NOSSO SER. RESUMINDO É O CONJUNTO DE SENSAÇÕES E SENTIMENTOS QUE ME IMPULSIONAM NA BUSCA DO OUTRO. É A MINHA SEXUALIDADE QUE ME MOVE PARA O AMOR . O MEU PRÓPRIO AMOR A DEUS PASSA PELA ESTRUTURA DA SEXUALIDADE. EU AMO COMO MULHER,COMO HOMEM.A SEXUALIDADE NÃO SE REDUZ SIMPLESMENTE AOS ORGÃOS SEXUAIS.
4=ÓRGÃOS GENITAIS:
É O CONJUNTO DE ORGÃOS E GLÂNDULAS(HIPÓFISE,HIPOTÁLAMO,TIREÓIDE,SUPRA RENAL.)QUE
TEM A FUNÇÃO DE CAPACITAR HOMENS E MULHERES PARA A PRATICA SEXUAL SAUDÁVEL.
NO HOMEM PODEMOS CITAR ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS BOLSA ESCROTAL CONTENDO
TESTÍCULOS E O PÊNIS E OS ORGÃOS GENITAIS INTERNOS COMO PRÓSTATA,VESÍCULA
SEMINAL,CANAIS DIFERENTES.
NA MULHER CITAMOS ÓRGÃOS EXTERNOS COMO VAGINA E CANAL VAGINAL E JA NOS
INTERNOS TEMOS O ÚTERO,OVÁRIO E TROMPAS.
PERFEITO NÃO É? SÓ PODERIA SER CRIAÇÃO DE DEUS.
5=GENITALISMO: É O USO E O ABUSO DOS ORGÃOS GENITAIS, É SIMPLESMENTE A SEXUALIDADE REDUZIDA AO SIMPLES PRAZER SEM RELAÇÃO DO AMOR, HOJE O GENITALISMO É QUASE QUE UM DOENÇA UNIVERSAL ENTRE JOVENS E ADULTOS.
6=CASTIDADE: PODEMOS AFIRMAR O SIGNIFICADO DA PALAVRA CASTIDADE COMO A CORRETA VIVENCIA DA SEXUALIDADE,NÃO QUER DIZER PURITANISMO E NEM FUGA DE ALGUMA COISA, É SIMPLESMENTE ABSTER-SE DE ATOS GENITALISTAS COM MASTURBAÇÃO, RELAÇÃO SEXUAL ANTES DO CASAMENTO, E DISTURBIOS SEXUAIS FEITOS APENAS POR PRAZER EM QUALQUER HORA E COM QUALQUER PESSOA SIMPLESMENTE PELO ATO DO PRAZER.
SEGUNDO PASSO.
EXPLICAR PARA SEUS CATEQUIZANDOS OS MAUS DE PECAR CONTRA A CASTIDADE,FALAR SOBRE GRAVIDEZ PRECOSE SEM PLANEJAMENTO, FALAR SOBRE O MAU QUE PODE TRAZER O INCENTIVO DA CAMISINHA E O NÃO INCENTIVO DA CASTIDADE, FALAR SOBRE OS VALORES DE UM NAMORO SANTO E CASTO, FALAR TAMBEM DAS CONSEQUENCIAS DO GENITALISMO E EXPLICAR PRINCIPALMENTE QUE O PECADO PARECE SER LINDO A VISTA DOS OLHOS MAS SE FORMOS MAIS ADIANTE PODEMOS SE ARREPENDER E ACABAR INGERINDO ALGO MUITO RUIN PARA A NOSSA VIDA E TAMBEM PARA O NOSSO CORPO, EXPLICAR QUE O NOSSO CORPO É O TEMPLO DO ESPIRITO SANTO ONDE JAMAIS PODE HABITAR ORGIAS E DESEJOS MALICIOSOS QUE NÃO CONVÉM PARA NENHUM CRISTÃO QUE QUER SER VENCEDOR NA VIDA.
FINALMENTE A DINÂMICA.
-REUNIR TODOS EM VOLTA DE UMA MESA ONDE VC TENHA ACABADO DE EXPLICAR O ASSUNTO TUDO BEM DETALHADO.
-DEIXAR DESDE O COMEÇO DO ENCONTRO A BANDEJA COM AS LARANJAS BEM LIMPAS E BONITAS CHAMANDO ATENÇÃO DE TODOS,MAS NÃO FALAR O PORQUÊ DELAS.
-DAR UM COPINHO DESCARTAVÉL PARA CADA UM.
-TER UMA JARRA CHEIA DE SUCO DE LIMÃO SEM NENHUM AÇUCAR, BEM AZEDO E FORTE,DE PREFERENCIA ARRUMAR LIMÕES BEM MADUROS PARA FAZER O COM QUE O SUCO SE PAREÇA COM O SUCO DE LARANJA.
-ENCHER OS COPINHOS DE CADA UM, MAS NÃO ORDENAR ELES AINDA PARA TOMAR., ANTES MANDAR ELES CONTEMPLAREM AS LARANJAS, PERGUNTAR SE TODOS ACHARAM AS LARANJAS BONITAS, PERGUNTAR SE ELES GOSTAM DE LARANJA,ENROLAR ELES BASTANTE NO BOM SENTIDO PARA ELES SE VOLTAREM PARA A BELEZA DAS LARANJAS.
-DAI QUANDO TODOS TIVEREM JA APRECIADO E CONTEMPLADO AS LARANJAS MANDAR ELES TOMAREM O SUCO QUE VOCÊ MESMO OS SERVIU.
-A REAÇÃO DELES NÃO VAI SER BOA PORQUE ALGUNS IRÃO CUSPIR OUTROS TALVEZ ATÉ TOMARAM MAS NÃO GOSTARAM, GERALMENTE TODOS VÃO ESTAR TÃO FIXADOS NA BELEZA DA LARANJA QUE ACABARÃO TOMANDO O SUCO DE LIMÃO AZEDO ACHANDO QUE SEJA O SUCO DE LARANJA.
MORAL ESPIRITUAL DA DINÂMICA.
EXPLICAR PARA ELES QUE NEM TUDO QUE É BONITO AOS OLHOS E AOS NOSSOS DESEJOS PODE SER BOM PARA NOSSO CORPO E A NOSSA ALMA,, ,VIVER UMA VIDA SEM RESPEITAR A CASTIDADE MUITAS VEZES PODE PARECER BONITO E ESTAR NA MODA,MAS PECANDO CONTRA A CASTIDADE PODEREMOS ACABAR INGERINDO EM NOSSAS VIDAS UMA AMARGA E TRISTE REALIDADE EM NOSSA VIDA, E EM MUITOS CASOS OCASIONAM MARCAS COMO CICATRIZES QUE PODEM FICAR MARCADA EM NOSSA VIDA PARA SEMPRE,PORTANTO VALORIZE ESSE VALIOSO MANDAMENTO QUE É “NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE”, VALE MUITO A PENA VIVER CASTO,POIS VALORIZA MUITO MAIS O CASAMENTO . QUANDO SE TRATA NO AMOR NÃO AGRIDIMOS TANTO O NOSSO PERFEITO CORPO QUE DEUS FEZ PARA QUE SEJAMOS TEMPLO DO ESPIRITO SANTO.
E
LEMBRE-SE DESSA FRASE PARA SEMPRE REFLETIR:
"Não apresse a correnteza você corre o risco de não ver a paisagem"
DESEJO A TODOS OS CATEQUISTAS QUE EVANGELIZEM MUITO BEM OS NOSSOS JOVENS, PORQUE OS MESMO SERÃO A NOSSA IGREJA DO AMANHÃ.
|
128. Dinâmica de Natal. |
Autora da dinâmica:
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Piracicaba SP
Material:
Cada participante deverá trazer algo que utiliza em seu cotidiano, para
simbolicamente oferecer. Caso não seja possível trazer o original, poderá ser
usado um desenho ou mesmo a palavra escrita representando o objeto. Serão
necessários alguns metros de barbante para se fazer um círculo no chão, tomando
a maior parte da sala.
Também será necessário um presépio ou uma imagem do menino Jesus na manjedoura.
Objetivo
Proporcionar condições para reflexão e mudanças de comportamento, buscando a
transformação para um mundo mais justo, mais responsável e mais humanizado e
humanizante.
Solicitação:
Todos os participantes devem sentar em círculo. O animador pedirá para que todos
pensem no que cada um pode oferecer individualmente e com o seu grupo ao
Menino-Deus. Em seguida, deverá colocar o barbante no chão, formando um círculo,
pedindo para que cada participante coloque dentro deste círculo o que irá
ofertar. O animador perguntará o porquê desta oferta. Depois que todos
responderem, cada um recolhe sua oferta e volta para o círculo inicial. Todos
aplaudem.
Fechamento:
O animador deve sugerir que seja discutido como todos podem introduzir tais
idéias de transformação, oferecendo ao Menino-Deus este
grupo renovado,
como presente de Natal. Todos de mãos dadas em torno do presépio farão uma
oração de entrega, poderão ler Lucas 2, 6-14 e cantarão uma música natalina,
Noite Feliz, por exemplo.
Como embasamento teórico, ler o item 159 do Documento de
Aparecida.
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129. Escolhe pois a vida . |
MATERIAL:
Caixas ou sacos de papel, espelho, foto família, bíblia, blister remédios,
celulares, pilhas, saco com lixo dentro [coador de café usado, copo de plástico,
papel, etc], sementes,
DESENVOLVIMENTO:
01 – Apresente uma mesa montada com as caixas de mesmo tamanho [pinte-as de
azul, para representar o mundo, o planeta], dentro ponha um espelho, uma bíblia,
uma foto ou imagem de família, um saco de lixo [com filtro de papel usado, copo
de plástico etc], noutra blister de remédios, pilhas, celular, em outra
sementes, e pode acrescentar outras coisas a seu critério.
02 – Um por vez deve vir à mesa e escolher uma caixa. Diga para a pessoa a senha
“escolhe, pois, a vida”, deve escolher uma caixa abrir e ver o seu conteúdo,
fazer um comentário sobre ele para o grupo baseado na senha, ou seja o que o que
traz a caixa tem haver com a senha?
03 – Após retorne o objeto para dentro da caixa, e embaralhe todas as caixas e
chame uma outra pessoa, que pode vir de forma espontânea ou o ultimo
participante escolhe o próximo a dar seqüência a vivencia lúdica.
04 – Quando todos tiverem participado, exponha os conteúdos das caixas e
solicite ao grupo que estabeleça dentre eles qual mais responde a senha
“escolhe, pois, a vida”, e que justifiquem. Pode estimular um consenso no grupo.
05 – [Pode subdividir o grupo para aprofundarem a vivencia se o grupo for
grande, ou produzir toda reflexão em conjunto].
06 – Feedbacks
07 – Insights
08 – Conclusão
FRASE MOTIVACIONAL:
De todas as coisas que se haviam nas caixas uma é a resposta: a própria pessoa
refletida no espelho, pois quem escolhe a vida, senão a pessoa e faz acontecer a
vida que ela escolheu. Todas as outras coisas são relacionadas com a pessoa e
suas escolhas, logos ela é a medida de todas as coisas, inclusive do tipo de
vida que escolhe pra si e para a humanidade. Ao pensar no texto lema da CF 2008
que é um texto bíblico a pessoa é chamada a pensar a vida no seu sentido sagrado
e existencial, vida divina e humana; ela, a pessoa, é o grande segredo e a
resposta à vida. E por fim, tudo isso esta na caixa azul, que simboliza o nosso
planeta, logo, “escolhe, pois,a vida” porque ela, os outros e o planeta todos a
terão.
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
e-mail: psicologomarlonlelis@yahoo.com.br
ou campanhadafraternidade@hotmail.com
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130. Cheios do Espírito Santo. |
Participantes:
indefinido.
Tempo Estimado:
15
minutos.
Material:
bexigas para todos os participantes.
Palavra de Deus: 1 Cor 3,16 "Não sabeis que sois templo do Espírito e que o Espirito de Deus habita em vós?"
Preparação:Antes de entregar as bexigas aos participantes e com as bexigas ainda vazias pegue uma agulha faça um pequeno furo em algumas bexigas sem que ninguem veja, pode até fazer dois ou três furos em algumas bexigas. Desde modo quando eles forem encher acontecerá o seguinte:
- As bexigas sem furo, irão encher normalmente
- As bexigas com um furo apenas irao encher, mas irao esvaziar-se
- As bexigas com mais de um furo, podem ate nao encher pq a pessoa nao tera
força para encher, ou entao enche, mas se esvazia muito mais rapido que as
outras.
Desenvolvimento:
Entregar as bexigas e pedir que cada um encha as bexigas e esperar a todos os
outros terminarem de encher. Qdo todos encherem pedir para que eles soltem as
bexigas, desde modo as bexigas irão realizar uma trajetória, podendo ir longe,
ou entao ir alto e depois cair perto de quem a lançou, isso nao importa.
Conclusão:
Aqueles que estao cheios do Espírito Santo, vão mais longe, evangelizam os
outros. Os que estão vazios não espalham a palavra de Deus, pq qdo ouvem a
Palavra rapidamente se esvaziam e porque se esvaziam? Porque suas vidas estão
cheias de "buracos" que impedem que Deus entre em sua vida e ali permaneça, o
prazer imediato oferecido pelo mundo, o pecado etc.
Não podemos ser como as bexigas furadas, precisamos fechar esses buracos para
que possamos deixar Deus habitar em nós.
Autor: Anderson Roberto
Responsável do site www.catequisar.com.br
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131. Fala sério / Com certeza. |
DESENVOLVIMENTO:
Cada pergunta é uma afirmação se estiver correta a resposta e Com certeza; se
estiver errada a resposta deve ser fala sério.
Fazer as perguntas abaixo e as crianças, jovens ou adultos precisam responder
Fala sério
ou
com certeza.
A cada pergunta o catequista deve aproveitar para dar a explicação a respeito do
assunto. Dica: Dar alguma retribuição para o catequizando que acertar (1 bala ou
pirulito, Bis etc).
Fala sério
= errado
com certeza
= correto
Perguntas e respostas:
1 -
Corpus Christi comemora-se no primeiro domingo após Pentecostes.
– Fala sério, primeira
quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade
2 – A Santíssima Trindade que comemoramos agora no próximo domingo é composta de três pessoas. – Com certeza, Pai, Filho e Espírito Santo
3 – Na multiplicação dos pães, João encontrou o menino ou rapaz que tinha 5 pães e 2 peixes (Jo 6, 8-10). – Fala sério, André
4 – Na segunda multiplicação dos pães o que sobrou tratou de mais 1000 pessoas (MT 15, 38). – Fala sério, 4000 pessoas
5 – Na primeira multiplicação dos pães, o que sobrou tratou de mais de 5000 pessoas (MT 14, 20-21). – Com certeza
6 – Quando comungamos passamos a ser sacrário vivo. – Com certeza, carregamos Cristo vivo em nosso coração
7 – A Eucaristia foi instituída, isto é, celebrada pela primeira vez, na Sexta-feira Santa. – Fala sério, Quinta-feira Santa, dia da Santa Ceia
8 – A palavra Eucaristia significa “sacrifício”. – Com certeza, significa “sacrifício de ação de graças”, do grego “Eukharistía”
9 – Cada vez que a comunidade realiza o gesto do pão e do vinho, ela faz Jesus presente, vivo e verdadeiro entre nós. – Com certeza
10 – A Igreja dedica 2 grandes festas ao sacramento da Eucaristia: Quinta-feira Santa e Corpus Christi. – Com certeza
11 – Participar da confecção dos tapetes é uma forma de mostrarmos que somos uma comunidade composta de irmãos que possuem dons iguais. – Fala sério, dons distintos, diferentes
12 – A festa de Corpus Christi tem 2 grandes momentos: a celebração da Santa Missa e a entrega das ofertas. – Fala Sério, o segundo momento é a Procissão sobre os tapetes
13 – Na festa do Corpo de Cristo, como filhos da Igreja, levamos Maria, presente na figura do pão, pelas ruas da nossa cidade. – Fala sério, levamos o próprio Cristo
14 – Para comungar devemos evitar comidas, bebidas, remédios e água até 1 hora antes da Comunhão. – Fala sério, remédios e água não têm necessidade de jejum
15 – Através do mandamento da Eucaristia, renovamos a vida, morte e ressurreição de JESUS, onde ele se oferece como alimento para nós, na Santa Missa. – Fala sério, sacramento da Eucaristia
16 – Nos gesto memorial (porque recorda a vida de Jesus) do pão e do vinho, somos convidados a amar até as últimas conseqüências, como JESUS nos amou, aceitando perder tudo e se entregando totalmente por causa do Amor. – Com certeza
Autora: Simone
Paróquia da Catedral Metropolitana Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, de
Maringá, no Paraná.
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132. Teste dos 3 minutos. |
Objetivo: Despertar a importância de estar atento para as belezas de Deus e o chamado Dele em nossa vida.
Material: Uma folha impressa com as questões abaixo.
Descrição: Organizar a turma como para uma prova individual. Cada um recebe a folha e deve respondê-la com atenção em apenas 3 minutos. O principal objetivo é observar como por causa do pouco tempo, muitos deixarão de realizar a primeira questão... que, no caso é essencial. A grande maioria fará as outras questões... no qual se torna até engraçado, porém é importante ressaltar a importância de ler e prestar atenção no chamado de Deus... que muitas vezes damos pouca ou quase nenhuma importância.
TESTE DOS TRÊS MINUTOS
01. Leia todas as questões antes de fazer qualquer coisa.
02. Coloque o seu nome completo no canto esquerdo da folha.
03. Escreva no verso desta folha o nome da Mãe de Jesus.
04. Faça um círculo em volta da palavra Mãe.
05. No verso desta folha escreva o nome de nosso atual Papa.
06. Escreva também as três pessoas da Santíssima Trindade.
07. Escreva ainda o 1º Mandamento da Lei de Deus.
08. Desenhe um quadrado no canto superior direito do papel.
09. Coloque uma cruz dentro do quadrado.
10. Agora, faça em você o Sinal da Cruz.
11. Vamos ver se está atento: no verso desta folha, multiplique 12 x 12.
12. Se você chegou neste ponto do teste, dê um tapinha “de leve” nas costas de seu colega.
13. Coloque então, as suas duas mãos sobre seus olhos e peça a Deus mentalmente que você sempre Veja as belezas da Criação de Deus em sua vida.
14. Levante e escolha um de seus colegas e diga-lhe no ouvido – que Jesus te ama.
15. Se você acha que conseguiu fazer tudo certinho até aqui, levante o braço direito, conte mentalmente até cinco, abaixe o braço e prossiga.
16. Com sua caneta, dê três batidas fortes na sua carteira.
17. Escreva no verso desta, o nome de um Santo “preferido” em sua vida.
18. Se conseguiu chegar a tempo até aqui, faça sinal de positivo para a sua catequista.
19. Responda: O que recebemos no Crisma?
20. Parabéns, se você chegou até aqui, apenas na leitura, sem resolver nenhuma questão. Este é o real objetivo.
Conclusão final:
Explicação do catequista
Enviada por: Elaine Cristina Krause Hein
Capela São José do Bairro de Serra Alta -- Paróquia Puríssimo Coração de Maria -
São Bento do Sul - SC.
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133. Escutem a voz do irmão. |
Objetivo: Mostrar aos catequizandos que é preciso seguir o caminho de Deus, sem nos desviarmos por influências de outras coisas ou pessoas.
Desenvolvimento:
Dividam o grupo em duplas. Peçam aos catequisandos o máximo de silencio possivel.
Fende um dos catequizandos, e peça ao outro para guia-lo.
No decorrer do caminho, coloque obstáculos e recorçe a ideia de que ele deverá
guiar-se pela voz do outro catequizandoda dupla, somente pela voz do
catequizando.
Inicie a dinamica, o catequizando ira guiar o outro corretamente. Porém, o
catequista deverá falar também, mas dando a direção errada, afim de que o
catequizando encoste no obstáculo.
CUIDADO:
para que o catequizando não caia ou machuque.
O catequista deverá prestar atenção se o catequizando vai se guiar pela sua voz
ou pela voz do colega(que é o correto).
Ao fim da dinâmica, reflita com os catequizandos sobre a mesma.
A dinâmica é igual a nossa vida, sabemos que temos que seguir a Cristo, aos seus
mandamentos, ouvindo os nossos familiares, as pessoas mais proximas. Porém, em
alguns momentos esquecemos dos nossos familiares, e preferimos dar ouvido a
outras pessoas, que na verdade, so querem que nos caiamos, que nos machucamos,
que nos desviamos do caminho do Senhor, na dinâmica é o que o catequista deve
fazer.
O catequizando deveria deixar guiar-se somente pela voz do outro companheiro, e
não pela voz do catequista.
Conclusão:
Ensinar ao catequisando que é preciso ouvir mais ao Senhor, e as pessoas que nos
rodeiam e nos querem bem.
Enviada por: Jhone Cezário
Comunidade São Mateus - Volta Redonda - Rio de Janeiro